A Mentoria Sala dos Conselheiros é uma metodologia única criada por Cláudio Farenzena para ensinar o Direito Ambiental para advogados, técnicos e servidos públicos a partir do processo real.
Existe uma pergunta que todo advogado faz quando recebe o primeiro processo ambiental da carreira: quero trabalhar com direito ambiental, mas por onde eu começo?
A lei está lá. A doutrina está lá. Os princípios estão lá. Mas nenhum desses materiais responde o que fazer diante de um auto de infração ambiental lavrado com coordenadas equivocadas, de um embargo que paralisa a atividade do cliente, de uma denúncia criminal ou de uma execução fiscal de multa ambiental que já venceu e ninguém percebeu.
Essa distância entre o que se estuda e o que se faz é, hoje, o maior gargalo da advocacia ambiental brasileira. O profissional sabe a tese, mas não sabe o momento de usá-la. Conhece o dispositivo, mas não conhece o procedimento. Escreve bem, mas escreve a peça errada.
A Mentoria Sala dos Conselheiros nasceu exatamente para fechar essa distância, com uma proposta simples de enunciar e difícil de encontrar no mercado: ensinar Direito Ambiental a partir do processo, e não a partir do índice de um livro.
Neste artigo você vai entender o que é uma mentoria e para que ela serve, quem é Cláudio Farenzena, como nasceu a metodologia de estudar a partir de processos reais, como funcionam as sessões da Sala dos Conselheiros, que tipos de processo são analisados e por que mais de 80 profissionais entraram na mentoria em menos de quatro meses.
O que é uma mentoria e para que ela serve
Mentoria é a transferência estruturada de experiência de quem já percorreu um caminho para quem está percorrendo agora. É transferir o conhecimento de dono para dono.
A palavra vem de Mentor, personagem da Odisseia a quem Ulisses confiou a formação do próprio filho antes de partir para a guerra. Não era um professor. Era alguém que acompanhava, corrigia a rota e mostrava o que a experiência já havia ensinado.
Trazendo para a advocacia, a diferença é essa: curso entrega conteúdo, mentoria entrega critério.
Conteúdo hoje está em toda parte. Você encontra a Lei 9.605/1998 em três cliques, o Decreto 6.514/2008 em dois e um acórdão do STJ em um. O que não está em lugar nenhum é o critério, ou seja, a resposta para as perguntas que decidem o caso:
- qual peça cabe agora e qual peça vai queimar a tese lá na frente;
- o que juntar como prova e, principalmente, o que não juntar;
- quando alegar nulidade e quando essa alegação enfraquece o mérito;
- por que aquele juiz decidiu daquele jeito e o que o advogado deixou de fazer para chegar naquele resultado.
Nenhuma dessas respostas está na ementa de um curso. Todas elas estão dentro dos autos.
Mentoria, curso, aula e grupo de estudo não são a mesma coisa
Essa confusão é comum e vale separar de vez, porque ela explica por que tanta gente estuda muito e evolui pouco.
| Formato | O que entrega | Onde para |
| Curso | Conteúdo organizado em módulos | Não ensina o que fazer quando o caso foge do módulo |
| Aula | Exposição de um tema específico | O participante assiste, não decide |
| Grupo de estudo | Troca horizontal de percepções | Ninguém responde pelo resultado do caso |
| Estudo de caso | Análise de um caso já encerrado | Mostra o resultado, não mostra a decisão sendo tomada |
| Mentoria | Critério de quem atua todos os dias | Exige presença, constância e participação |
Perceba que a diferença não está na quantidade de informação. Está em quem assume o risco da decisão durante o encontro. Em um curso, ninguém assume. Em uma mentoria, o mentor decide na frente do mentorado e explica por que decidiu assim.
Para que serve uma mentoria na advocacia ambiental
Na prática, uma mentoria bem conduzida cumpre quatro funções que nenhum outro formato cumpre ao mesmo tempo:
- Encurta a curva de aprendizado. O que o mentor levou dez anos para descobrir, o mentorado absorve em meses.
- Reduz o erro caro. Erro em processo ambiental não custa nota baixa, custa o patrimônio do cliente e a reputação do advogado.
- Constrói repertório. Ver cinquenta processos por ano, com alguém apontando o que importa em cada um, vale mais do que ler cinquenta artigos.
- Cria rede. O mentorado passa a conviver com profissionais que enfrentam os mesmos problemas em outros estados e outros órgãos ambientais.
Quem é Cláudio Farenzena
Cláudio Farenzena é advogado inscrito na OAB/SC 49.222 e na OAB/MT 35.260/A, especialista em Direito Ambiental pela UFPR e sócio do escritório Farenzena Tonon Advogados Associados, banca dedicada exclusivamente ao Direito Ambiental e ao agronegócio.
É Vice-Presidente do Instituto de Direito Agroambiental (IDAM) e idealizador do AdvLabs, do Direito Ambiental Experience (DAE), do Fórum Nacional de Direito Ambiental (FONADAM), do Direito Ambiental na Prática, da Comunidade Ambiental e da Mentoria Sala dos Conselheiros.
Filho de produtores rurais, construiu a carreira olhando o Direito Ambiental do lado de quem produz e do lado de quem fiscaliza, o que explica a forma como ele analisa cada processo. Ao longo dos anos, elaborou mais de mil peças originais em processos administrativos, cíveis, criminais e de execução fiscal ambiental.
Mas o que interessa aqui não é o currículo. É como ele chegou até esse ponto, porque é essa história que dá origem ao método da mentoria. São quase 10 anos de atuação dedicada exclusivamente ao contencioso ambiental.
2016 e 2017: a decisão de atuar só com Direito Ambiental
Cláudio se formou em 2016 com uma decisão pouco comum para a época: queria atuar exclusivamente com advocacia ambiental. Não como área complementar, não como nicho secundário. Só isso.
Em 2017, começou a estudar a sério e esbarrou em um problema que hoje parece impossível de imaginar: não existia material de Direito Ambiental na internet.
Não havia modelo de defesa administrativa. Não havia modelo de recurso contra auto de infração. Não havia um passo a passo de como enfrentar uma multa ambiental do IBAMA. Não havia blog, não havia banco de teses, não havia comunidade. Havia lei, alguma doutrina acadêmica e o silêncio.
A virada: estudar a partir do processo, e não a partir do livro
Diante desse vazio, Cláudio criou uma metodologia própria. Se não existia material sobre a prática, ele iria buscar a prática onde ela realmente acontece: dentro dos autos.
Passou a acessar processos nos sistemas e-SAJ, eproc e PJe e a estudar processo por processo, do começo ao fim. Lia a petição inicial, a defesa, a contestação, os pareceres técnicos, as decisões interlocutórias, a sentença e o acórdão. E, em cada peça, fazia sempre as mesmas perguntas:
- por que o juiz julgou daquela forma?
- por que o advogado alegou aquilo naquele momento?
- o que faltou na petição para o pedido ser acolhido?
- o que o advogado colocou que não deveria ter colocado?
- qual documento, se tivesse sido juntado, mudaria o resultado?
Foi assim que ele entendeu Direito Ambiental. Não pela definição de princípio da precaução, mas pelo caminho concreto que separa uma tese vencedora de uma tese perdida.
O processo é o único lugar onde a teoria é testada. Tudo o que funciona e tudo o que não funciona está registrado ali, com data, assinatura e resultado.
2019: a noite em que nasceram o IDAM e o FONADAM
Em 2019, às 20h, sentado no sofá com o notebook no colo, Cláudio escreveu duas coisas na mesma noite: Instituto de Direito Ambiental, que depois se tornaria o Instituto de Direito Agroambiental (IDAM), e Fórum Nacional de Direito Ambiental (FONADAM).
Os dois projetos nasceram da mesma constatação. Não existia, no Brasil, uma instituição estruturada para atuar como amicus curiae em processos ambientais estratégicos. E não existia um fórum nacional dedicado a debater e aprovar enunciados de Direito Ambiental, como já ocorre em outras áreas do Direito há décadas.
O IDAM nasceu em 2022. O FONADAM foi lançado em 2026. Entre uma ideia escrita no sofá e a sua realização, sete anos. Esse detalhe importa, porque a Sala dos Conselheiros seguiu exatamente o mesmo padrão.
Como nasceu a Mentoria Sala dos Conselheiros
A mentoria não foi um produto planejado em uma mesa de marketing. Ela nasceu de um pedido repetido.
2023: o primeiro Direito Ambiental Experience e os primeiros pedidos
Em 2023, Cláudio realizou a primeira edição do Direito Ambiental Experience (DAE). Terminado o evento, começaram os pedidos: participantes queriam continuar aprendendo com ele, mas em um formato contínuo, próximo, com acompanhamento.
A resposta, na época, foi não. Não por falta de vontade, mas porque o IDAM estava sendo estruturado e o AdvLabs estava sendo construído. A mentoria ficou de lado.
2024: o nome, a marca e a espera
Em 2024 veio a segunda edição do DAE e, com ela, os pedidos voltaram com muito mais força. Não era mais uma pergunta isolada. Era uma demanda.
Depois do evento, Cláudio parou, pensou e decidiu: ia criar a mentoria. Definiu o nome no mesmo momento, Mentoria Sala dos Conselheiros, e protocolou o pedido de registro da marca no INPI.
E aí a vida aconteceu de novo. Novos projetos, novas frentes, e a mentoria ficou no papel por mais um ciclo.
2026: o deferimento do INPI e a decisão de tirar do papel
Em 2026, o INPI deferiu o registro da marca Sala dos Conselheiros. Para Cláudio, aquele deferimento funcionou como um sinal: era hora de tirar a mentoria do papel.
A divulgação começou pelos grupos de WhatsApp que ele já mantinha, sem lançamento, sem campanha de tráfego, sem estrutura de vendas. Em poucos dias, as primeiras turmas de mentorados entraram.
Quatro meses depois, a Sala dos Conselheiros já reúne mais de 80 mentorados de diferentes estados, entre advogados, servidores públicos, consultores e profissionais técnicos que atuam com meio ambiente.
Por que o nome Sala dos Conselheiros
O nome não é decorativo e explica a filosofia da mentoria. Cláudio parte da premissa de que todo mentorado também é um conselheiro.
Cada participante chega com uma bagagem própria: um atua com órgão ambiental estadual, outro enfrenta o IBAMA, outro trabalha com licenciamento, outro vem da área criminal, outro conhece as particularidades do órgão da sua região que ninguém de fora conhece.
Quando essas visões se encontram na mesma sala, o processo analisado deixa de ser lido por uma única lente. Todos contribuem para o caso do outro. A mentoria vira, ao mesmo tempo, formação e rede.
O que é a Mentoria Sala dos Conselheiros
A Mentoria Sala dos Conselheiros é uma metodologia criada por Cláudio Farenzena que ensina Direito Ambiental a partir do processo.
Toda quinta-feira, às 19h, em sessão ao vivo com os mentorados, Cláudio abre um processo real e o percorre do começo ao fim, mostrando cada decisão que foi tomada, cada decisão que deveria ter sido tomada e cada consequência que veio de uma e de outra.
Não é aula sobre o processo. É o processo sendo trabalhado na frente de quem quer aprender a trabalhar com ele.
O que a Sala dos Conselheiros não é
Vale dizer com todas as letras, porque o mercado está cheio de coisas parecidas com nomes diferentes:
- não é estudo de caso, porque o caso não é apresentado pronto, com resultado explicado depois;
- não é aula, porque não existe roteiro de conteúdo a ser cumprido;
- não é teoria, porque nenhum tema é discutido fora dos autos em que ele apareceu;
- não é grupo de estudo, porque quem conduz a sessão atua na área todos os dias e responde pelo que afirma.
É aprender fazendo, literalmente, com alguém experiente conduzindo a leitura.
Como funciona uma sessão
A dinâmica é simples e é justamente essa simplicidade que faz funcionar:
- Cláudio escolhe um processo e o abre ao vivo, na tela, diante dos mentorados.
- O processo é percorrido do início ao fim, peça por peça, documento por documento.
- A cada movimento, ele mostra o que fazer, o que não fazer, como fazer e como não fazer.
- Os mentorados perguntam a qualquer momento, sem hora marcada para dúvida.
- Os mentorados também opinam, porque são conselheiros, e a contribuição de um frequentemente muda a leitura de todos.
Ao final da sessão, o participante não sai com uma anotação de tema. Sai com uma estratégia processual inteira desmontada e remontada na frente dele.
Que tipos de processo são analisados
A mentoria não se limita a uma esfera. Entram na mesa:
- processos administrativos ambientais, com auto de infração, embargo, defesa, recurso e conciliação ambiental;
- ações civis públicas e demais processos cíveis, com discussão de dano, nexo, obrigação de fazer e reparação;
- processos criminais ambientais, da denúncia à instrução, com foco em prova e materialidade;
- execuções fiscais de multa ambiental, incluindo prescrição, nulidade da CDA e defesa do executado;
- recursos pendentes de julgamento no STJ e no STF, quando a discussão ainda está viva e o desfecho está em aberto.
Essa amplitude é proposital. O advogado ambiental que só entende de uma esfera perde o cliente na esfera seguinte, e o mesmo fato costuma gerar três processos ao mesmo tempo.
Por que a mentoria é importante para quem atua com Direito Ambiental
Aqui está o ponto central deste artigo, e ele merece atenção de quem ainda está decidindo se a mentoria faz sentido.
A analogia da cozinha: quem domina a base, faz qualquer prato
Pense em culinária. Quem sabe cozinhar de verdade não decorou receitas. Aprendeu o tempo de fogo, o ponto do sal, o momento de entrar com o tempero, o que acontece quando a panela está muito cheia e por que a carne precisa descansar antes do corte.
Com essa base, essa pessoa faz qualquer prato. Recebe uma receita que nunca viu, entende a lógica por trás e executa. Sem a base, ela consegue reproduzir exatamente aquilo que está escrito e trava no primeiro imprevisto. Direito Ambiental funciona igual.
Quando você entende como se constrói uma estratégia processual, como o órgão ambiental raciocina, como a prova técnica é produzida e contestada, em que momento a nulidade é decisiva e em que momento ela é ruído, você deixa de depender de modelo.
Aí vem um processo que você nunca viu, com uma tipificação que você nunca enfrentou, em um órgão de um estado que você não conhece, e você consegue atuar. Porque a base é a mesma. Muda o prato, não muda a técnica.
Modelo resolve um caso. Base resolve todos os casos, inclusive os de alta complexidade que você ainda nem sabe que vai receber.
O ambiente muda o profissional
Existe um segundo efeito, menos óbvio e igualmente decisivo.
Quem convive semanalmente com pessoas que respiram Direito Ambiental, que discutem Direito Ambiental, que trocam decisões e experiências de campo o tempo todo, desenvolve outra forma de pensar.
A mente passa a reconhecer padrões automaticamente. Você lê um auto de infração e enxerga o vício antes de terminar a primeira página. Recebe um laudo e já sabe onde a fragilidade estará. Ouve o relato do cliente e já identifica quais três processos vão nascer daquele fato.
Isso não se aprende sozinho, lendo no fim de semana. Se aprende por convivência, repetição e correção. É exatamente o que uma sala de conselheiros oferece.
Para quem é a Mentoria Sala dos Conselheiros
A mentoria foi desenhada para quem precisa atuar, e não apenas comentar:
- advogados que já atuam com Direito Ambiental e querem sofisticar a estratégia processual;
- advogados de outras áreas que decidiram migrar para o ambiental e não querem levar cinco anos para se posicionar;
- advogados do agronegócio que enfrentam autuações, embargos e ações civis públicas contra produtores rurais;
- servidores públicos e integrantes de órgãos ambientais que querem compreender o processo por inteiro, dos dois lados;
- consultores ambientais, engenheiros e técnicos que produzem a prova e precisam entender como ela é usada no processo.
O que você leva de cada sessão
Cada encontro da Sala dos Conselheiros entrega, na prática:
- a leitura completa de um processo real, com os pontos de virada identificados;
- os erros que custaram o caso e como evitá-los na sua próxima peça;
- a estratégia processual explicada na ordem em que ela precisa ser executada;
- insights novos que surgem da contribuição dos demais conselheiros;
- acesso a uma rede nacional de profissionais que atuam com meio ambiente.
Em outras palavras, você sai de cada sessão mais preparado para atuar do que entrou. E isso se acumula semana após semana.
Perguntas frequentes sobre a Mentoria Sala dos Conselheiros
O que é a Mentoria Sala dos Conselheiros?
É uma mentoria em Direito Ambiental criada por Cláudio Farenzena que ensina a partir da análise de processos reais, em sessões ao vivo semanais, com foco em estratégia processual e não em teoria.
Quando acontecem as sessões?
Toda quinta-feira, às 19h, ao vivo, com participação dos mentorados durante toda a sessão.
Preciso já atuar com Direito Ambiental para participar?
Não. A mentoria atende tanto quem já atua e quer aprofundar a estratégia quanto quem está migrando para a área e precisa construir base rápido, com método.
A mentoria é um curso de Direito Ambiental?
Não. Curso entrega conteúdo em módulos. A mentoria entrega critério de atuação, a partir de processos reais analisados do começo ao fim.
Que tipos de processo são analisados?
Processos administrativos ambientais, ações cíveis, processos criminais ambientais, execuções fiscais de multa ambiental e recursos pendentes de julgamento no STJ e no STF.
Por que a mentoria se chama Sala dos Conselheiros?
Porque cada mentorado também é considerado um conselheiro. Todos contribuem com a análise dos casos, trazendo a experiência da sua região, do seu órgão ambiental e da sua área de atuação.
Posso levar um caso meu para a sessão?
A dinâmica é participativa. Os mentorados perguntam, opinam e contribuem durante toda a sessão, o que abre espaço para discutir situações concretas enfrentadas por quem está na sala.
Quantas pessoas participam da mentoria hoje?
A Sala dos Conselheiros reúne mais de 80 mentorados de diferentes estados, quatro meses após o início das atividades.
Conclusão: o Direito Ambiental se aprende dentro do processo
Em 2017, Cláudio Farenzena não encontrou material de Direito Ambiental na internet e resolveu o problema do jeito mais difícil e mais eficiente que existe: abriu processo por processo e aprendeu com o que estava escrito ali.
Quase dez anos depois, essa metodologia virou método, e o método virou mentoria.
A Mentoria Sala dos Conselheiros existe porque a advocacia ambiental brasileira não sofre de falta de conteúdo. Sofre de falta de critério. E critério não se transmite por PDF, se transmite por convivência, repetição e análise de casos reais conduzida por quem atua todos os dias.
Se você quer parar de depender de modelo, entender o processo por inteiro e construir a base que permite atuar em qualquer caso ambiental, inclusive nos de alta complexidade, o seu lugar é dentro da sala.
Garanta a sua vaga na Mentoria Sala dos Conselheiros. As sessões acontecem toda quinta-feira, às 19h, com análise ao vivo de processos reais. Clique no botão abaixo, preencha seus dados e fale com a nossa equipe para entrar na próxima turma.
Acesse Mentoria Sala dos Conselheiros e aprenda Direito Ambiental com quem está há quase 1 década atuando no contencioso.



